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um corpo só é um ensaio sobre a descoberta silenciosa de um corpo em movimento.
um deslocar contínuo, um desejo de alcançar o fim pelo caminho.
não seria o medo do pouso a premissa para o andar? o afastar a vontade de rever?
no vagar, o futuro que não virá. o destino diluído pela surpresa do acaso, o desvio erguido pelo silêncio. a imagem, superfície volátil que fissura o isolamento e recria a solidão, matéria que desaparece no mesmo instante em que é fixada na memória.















© Bárbara Bragato Todos os Direitos Reservados I barbara.bragato6@gmail.com
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